{"id":7227,"date":"2022-06-03T13:34:22","date_gmt":"2022-06-03T16:34:22","guid":{"rendered":"https:\/\/elife.com.br\/?p=7227"},"modified":"2022-06-20T16:52:40","modified_gmt":"2022-06-20T19:52:40","slug":"estudo-pcds-e-indigenas-sao-sub-representados-nas-midias-digitais-de-grandes-anunciantes-asiaticos-sao-super-representados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/elife.com.br\/index.php\/2022\/06\/03\/estudo-pcds-e-indigenas-sao-sub-representados-nas-midias-digitais-de-grandes-anunciantes-asiaticos-sao-super-representados\/","title":{"rendered":"Estudo | PCDs e ind\u00edgenas s\u00e3o sub-representados nas m\u00eddias digitais de grandes anunciantes. Asi\u00e1ticos s\u00e3o super representados"},"content":{"rendered":"<div id=\"fb-root\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do estudo &#8220;Diversidade na Comunica\u00e7\u00e3o de Marcas em Redes Sociais&#8221;, realizado pela SA365, Elife e Buzzmonitor, analisou como a imagem dos grupos v\u00eam marcando a publicidade das grandes marcas no Brasil. O levantamento mostrou que PCDs e ind\u00edgenas ainda s\u00e3o sub-representados nas m\u00eddias digitais de grandes anunciantes, enquanto que a popula\u00e7\u00e3o asi\u00e1tica \u00e9 o \u00fanico grupo super representado.<\/span><\/p>\n<p><b>Pessoas com defici\u00eancias<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pessoas com defici\u00eancia t\u00eam a segunda maior disparidade da pesquisa (ficando atr\u00e1s apenas das pessoas gordas): 3% de representa\u00e7\u00e3o no estudo (56 publica\u00e7\u00f5es) x 8% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. \u201cVale ressaltar que para considerarmos postagens dentro desse grupo, utilizamos da exig\u00eancia de que a defici\u00eancia deveria estar bem representada.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-7228\" src=\"https:\/\/elife.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Diversidade-na-Comunica\u00e7\u00e3o_2022-Ano-Base-2021-1.png\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dos 11 segmentos acompanhados, seis publicaram imagens com PCDs, mas apenas tr\u00eas passaram da marca de 1% das publica\u00e7\u00f5es: financeiro (10%), limpeza (7%) e higiene e beleza (3%).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todos os segmentos de mercado podem representar pessoas com defici\u00eancia na comunica\u00e7\u00e3o digital, no entanto, mesmo segmentos que j\u00e1 costumam fazer isso em canais especializados, como revistas sobre autom\u00f3veis e suas adapta\u00e7\u00f5es, n\u00e3o utilizam desse potencial nas m\u00eddias sociais. Nenhuma marca utilizou PCDs na propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O IBGE (2010) aponta que, somente no Nordeste, h\u00e1 mais de 125 mil PCDs com renda superior a 5 sal\u00e1rios m\u00ednimos; Segundo a rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais) 2015, 403,2 mil pessoas com defici\u00eancia atuam formalmente no mercado de trabalho.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo o IBGE, 1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 ind\u00edgena, mesma propor\u00e7\u00e3o encontrada nas publica\u00e7\u00f5es analisadas (21 publica\u00e7\u00f5es). Elas figuraram em cinco categorias: farm\u00e1cia (6%), financeiro (2%) e restaurantes (2%).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-7229\" src=\"https:\/\/elife.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Diversidade-na-Comunica\u00e7\u00e3o_2022-Ano-Base-2021-1-3.png\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" \/><\/p>\n<p><b>Asi\u00e1ticos<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Asi\u00e1ticos s\u00e3o o \u00fanico grupo super representado nas redes sociais das grandes marcas: 3% de representa\u00e7\u00e3o no estudo (49 publica\u00e7\u00f5es) x 2% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Eles foram citados por todos os segmentos, com grande destaque para restaurantes (18%), automotivo (4%), cerveja (3%) e financeiro (3%).<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-7230\" src=\"https:\/\/elife.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Diversidade-na-Comunica\u00e7\u00e3o_2022-Ano-Base-2021-2-1-1.png\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" \/><\/p>\n<p><b>Estudo<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO estudo \u00e9 bastante interessante porque \u00e9 poss\u00edvel observar se o uso da imagem dessas pessoas \u00e9 algo que segue situa\u00e7\u00f5es de oportunismo ou se as empresas realmente abra\u00e7am uma postura de defender as pautas, independente do momento\u201d, aponta William Ferreira, operations manager da Elife.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foram analisadas postagens dos 20 principais anunciantes do pa\u00eds (de acordo com ranking Kantar Ibope 2018), que possuem uma ou mais marcas ativas digitalmente entre janeiro e dezembro de 2021 no Facebook e no Instagram. Ao todo, foram 11.083 posts, dos quais 1.817 continham pessoas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No Facebook, foram analisados 5.008 posts de 39 marcas ativas, em 11 categorias de mercado. Dos 5 mil posts, 583 continham imagens de pessoas. J\u00e1 no Instagram, 6.075 postagens, de 37 marcas ativas no ano passado, fizeram parte do levantamento. Em 1.234 pessoas estampavam os cards.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do estudo &#8220;Diversidade na Comunica\u00e7\u00e3o de Marcas em Redes Sociais&#8221;, realizado pela SA365, Elife e Buzzmonitor, analisou como a imagem dos grupos v\u00eam marcando a publicidade das grandes marcas no Brasil. 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